terça-feira, 2 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
"Pão & Circo." Peculiar o nome da loja que foi da nova presidente ...
Dilma já vendeu bugigangas e 'Cavaleiros do Zodíaco' no RS
PUBLICIDADE
FERNANDA ODILLA
ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE
ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE
Atualizado às 11h52.
Nem só de política e cargos públicos viveu a presidenciável Dilma Rousseff (PT). Entre uma função e outra no Rio Grande do Sul, ela investiu no mundo empresarial com uma loja de bugigangas importadas do Panamá.
O negócio, que durou um ano e cinco meses, fechou em julho de 1996 e é omitido de sua biografia oficial.
Com o nome fantasia de Pão & Circo, inspirado na estratégia romana para calar as vozes insatisfeitas, a empresa foi registrada para comercializar confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco, bijuterias, flores naturais e artificiais, vendidos a preços módicos.
O forte, porém, eram os brinquedos, particularmente os dos "Cavaleiros do Zodíaco", animação japonesa sobre jovens guerreiros que fez sucesso nos anos 1990.
Na biografia oficial de Dilma na web, que exalta a fama de boa gerente da candidata, não há menção ao período em que ela foi sócia-gerente da Pão & Circo. Nem mesmo quando defendeu a criação de um ministério para pequenas e médias empresas, em maio, mencionou o fato.
A Folha procurou a candidata por telefone e por e-mail para que ela falasse dessa experiência. Por meio da assessoria, Dilma confirmou que a empresa existiu e fechou há cerca de 15 anos --e que não falaria mais sobre isso.
SÓCIOS
A empresa tinha sede e filial em Porto Alegre e importava artigos de bazar de Colón, no Panamá, para revender no atacado e no varejo.
Além da agora candidata e da ex-cunhada Sirlei Araújo, participavam da sociedade o ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, e um sobrinho, João Vicente. Carlos foi dirigente da VAR-Palmares, uma das organizações de esquerda das quais Dilma participou durante a ditadura militar.
Segundo Sirlei, ela e Dilma viajaram ao Panamá "umas duas ou três vezes" para escolher as mercadorias, que eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam depois por terra até a capital gaúcha. "Era mais bazar e brinquedos", diz a ex-sócia.
A sede foi inaugurada em fevereiro de 1995, numa sala na região central de Porto Alegre. Quatro meses depois, Dilma abriu uma filial no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha.
Os comerciantes mais antigos do Olaria se lembram de Dilma, dos contêineres e da lojinha. "A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas, quando ela abriu, era tipo R$ 1,99. Eram uns cacarecos", afirma Bruno Kappaun, dono de uma tabacaria no local.
PREJUÍZO
A simplicidade da loja e o baixo movimento de clientes também estão na memória dos comerciantes. "A loja era mal-acabada, com divisórias de tábua, um troço rústico. E, claro, não entrava ninguém ali", diz Ênio da Costa Teixeira, dono de pizzaria, lembrando que dois funcionários ficavam na loja e Dilma aparecia eventualmente.
Um terceiro comerciante, André Onofre, dono de um café no Olaria, acha que a loja não teve viabilidade econômica porque as "bugigangas" eram "muito baratas". "Foi uma experiência. Acho que ela não era do ramo."
Sirlei afirma que o negócio não foi um fiasco: "Até que deu bem certo". Diz que Dilma cuidava sobretudo da contabilidade e das vendas.
A empresa ficou aberta por apenas 17 meses, entre 1995 e 1996, segundo registro na Junta Comercial e na Secretaria de Fazenda do RS. Os quatro sócios fecharam a filial primeiro, em 1996, e extinguiram a empresa oficialmente em dezembro de 1998.
"Durou bem pouco tempo. Dilma sempre foi muito envolvida com a política. Não dava tempo para ela conciliar. Eu sozinha não conseguia", justifica Sirlei.
O período em que Dilma esteve à frente da Pão & Circo coincide com o tempo em que ela ficou afastada de cargos de confiança no governo do Rio Grande do Sul.
A ex-sócia diz que a decisão de fechar o negócio foi tomada em conjunto, pois Dilma se preparava para assumir o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002).
Questionada sobre o silêncio da petista em relação à experiência de microempresária, Sirlei diz que tanto Dilma quanto a família dela preferem a discrição. Quando ouve que Dilma prometeu um ministério específico para o setor, ela não se surpreende: "É porque ela tem bastante experiência".
"Pão & Circo." Peculiar o nome da loja que foi da nova presidente
Dilma já vendeu bugigangas e 'Cavaleiros do Zodíaco' no RS
FERNANDA ODILLA
ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE
ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE
Nem só de política e cargos públicos viveu a presidenciável Dilma Rousseff (PT). Entre uma função e outra no Rio Grande do Sul, ela investiu no mundo empresarial com uma loja de bugigangas importadas do Panamá.
O negócio, que durou um ano e cinco meses, fechou em julho de 1996 e é omitido de sua biografia oficial.
Com o nome fantasia de Pão & Circo, inspirado na estratégia romana para calar as vozes insatisfeitas, a empresa foi registrada para comercializar confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco, bijuterias, flores naturais e artificiais, vendidos a preços módicos.
O forte, porém, eram os brinquedos, particularmente os dos "Cavaleiros do Zodíaco", animação japonesa sobre jovens guerreiros que fez sucesso nos anos 1990.
Na biografia oficial de Dilma na web, que exalta a fama de boa gerente da candidata, não há menção ao período em que ela foi sócia-gerente da Pão & Circo. Nem mesmo quando defendeu a criação de um ministério para pequenas e médias empresas, em maio, mencionou o fato.
A Folha procurou a candidata por telefone e por e-mail para que ela falasse dessa experiência. Por meio da assessoria, Dilma confirmou que a empresa existiu e fechou há cerca de 15 anos --e que não falaria mais sobre isso.
SÓCIOS
A empresa tinha sede e filial em Porto Alegre e importava artigos de bazar de Colón, no Panamá, para revender no atacado e no varejo.
Além da agora candidata e da ex-cunhada Sirlei Araújo, participavam da sociedade o ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, e um sobrinho, João Vicente. Carlos foi dirigente da VAR-Palmares, uma das organizações de esquerda das quais Dilma participou durante a ditadura militar.
Segundo Sirlei, ela e Dilma viajaram ao Panamá "umas duas ou três vezes" para escolher as mercadorias, que eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam depois por terra até a capital gaúcha. "Era mais bazar e brinquedos", diz a ex-sócia.
A sede foi inaugurada em fevereiro de 1995, numa sala na região central de Porto Alegre. Quatro meses depois, Dilma abriu uma filial no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha.
Os comerciantes mais antigos do Olaria se lembram de Dilma, dos contêineres e da lojinha. "A gente esperava uma loja com artigos diferenciados, mas, quando ela abriu, era tipo R$ 1,99. Eram uns cacarecos", afirma Bruno Kappaun, dono de uma tabacaria no local.
PREJUÍZO
A simplicidade da loja e o baixo movimento de clientes também estão na memória dos comerciantes. "A loja era mal-acabada, com divisórias de tábua, um troço rústico. E, claro, não entrava ninguém ali", diz Ênio da Costa Teixeira, dono de pizzaria, lembrando que dois funcionários ficavam na loja e Dilma aparecia eventualmente.
Um terceiro comerciante, André Onofre, dono de um café no Olaria, acha que a loja não teve viabilidade econômica porque as "bugigangas" eram "muito baratas". "Foi uma experiência. Acho que ela não era do ramo."
Sirlei afirma que o negócio não foi um fiasco: "Até que deu bem certo". Diz que Dilma cuidava sobretudo da contabilidade e das vendas.
A empresa ficou aberta por apenas 17 meses, entre 1995 e 1996, segundo registro na Junta Comercial e na Secretaria de Fazenda do RS. Os quatro sócios fecharam a filial primeiro, em 1996, e extinguiram a empresa oficialmente em dezembro de 1998.
"Durou bem pouco tempo. Dilma sempre foi muito envolvida com a política. Não dava tempo para ela conciliar. Eu sozinha não conseguia", justifica Sirlei.
O período em que Dilma esteve à frente da Pão & Circo coincide com o tempo em que ela ficou afastada de cargos de confiança no governo do Rio Grande do Sul.
A ex-sócia diz que a decisão de fechar o negócio foi tomada em conjunto, pois Dilma se preparava para assumir o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002).
Questionada sobre o silêncio da petista em relação à experiência de microempresária, Sirlei diz que tanto Dilma quanto a família dela preferem a discrição. Quando ouve que Dilma prometeu um ministério específico para o setor, ela não se surpreende: "É porque ela tem bastante experiência".
O resultado eleitoral nas maiores cidades do PR
A votação do segundo turno nos dez maiores colégios eleitorais do Paraná:
Curitiba – 1.3 milhão (Serra 63% x Dilma 36%)
Londrina – 355 mil (Serra 75% x Dilma 24%)
Maringá – 250 mil (Serra 61% x Dilma 38%)
Ponta Grossa – 220 mil (Serra 68% x 31%)
Cascavel – 194 mil (Serra 52% x 47%)
Foz do Iguaçu – 185 mil (Dilma 50% x Serra (49%)
São José dos Pinhais – 163 mil (Serra 51% x Dilma 48%)
Colombo – 134 mil (Dilma 54% x Serra 45%)
Guarapuava – 117 mil (Dilma 51% x Serra 48%)
Paranaguá – 98 mil (Serra 65% x Dilma 34%)
Londrina – 355 mil (Serra 75% x Dilma 24%)
Maringá – 250 mil (Serra 61% x Dilma 38%)
Ponta Grossa – 220 mil (Serra 68% x 31%)
Cascavel – 194 mil (Serra 52% x 47%)
Foz do Iguaçu – 185 mil (Dilma 50% x Serra (49%)
São José dos Pinhais – 163 mil (Serra 51% x Dilma 48%)
Colombo – 134 mil (Dilma 54% x Serra 45%)
Guarapuava – 117 mil (Dilma 51% x Serra 48%)
Paranaguá – 98 mil (Serra 65% x Dilma 34%)
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE LIVROS
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE LIVROS
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA de exemplares novos das coletâneas de contos MENTIRAS E CONFISSÕES, de Chantal Dalmass, e A CAMA REDONDA DE MARIA BEATRIZ, de Maria Beatriz Soares, na QUARTA-FEIRA, 03/11, a partir das 13h30, na calçada em frente ao prédio da Av. Paulista, 2200 (próx. esquina c/rua Augusta), São Paulo.
A escritora Chantal Dalmass estará distribuindo - pessoalmente - alguns dos 3716 (2062 + 1654) exemplares novos salvos da fogueira da Editora Planeta. #chantalSOSbooks
...
Obs.: Até esta data, já foram DISTRIBUÍDOS GRATUITAMENTE pela escritora CHANTAL DALMASS, em pessoa, cerca de 1550 LIVROS, sendo: 250 exemplares na 4a.feira, 27/10, na calçada da r. Barão de Limeira, em frente à FOLHA SP; 1170 exemplares entre 29/08 e 03/10, em filas de cinemas da rua Augusta e av. Paulista; e 130exemplares deixados anonimamente em locais públicos da cidade de SÃO PAULO.
A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE EXEMPLARES NOVOS É UM PROTESTO CONTRA A QUEIMA DE LIVROS PELAS EDITORAS QUE NÃO FAZEM O SEU TRABALHO: DIVULGAR E VENDER.
AO QUEIMAR LIVROS, A EDITORA QUEIMA TAMBÉM O AUTOR: QUEIMA SEU TRABALHO, SEU FUTURO E SUA REPUTAÇÃO!
Polícia identifica agressores de prefeito no interior de SP
Antônio Carlos Vaca foi agredido na porta de casa, em Borebi.
Ele ficou gravemente ferido e foi submetido a cirurgia na cabeça.
Do G1 SP
A polícia já identificou os envolvidos na briga de integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) com Antônio Carlos Vaca (PSDB), prefeito de Borebi, cidadezinha a 309 km de São Paulo e que tem 2 mil habitantes. A confusão foi na noite deste domingo (31). Nesta segunda-feira (1º), o prefeito permanecia internado na UTI de um hospital particular em Bauru, a 329 km de São Paulo, após passar por uma cirurgia na cabeça.
A família disse que o prefeito foi agredido por integrantes do MST que comemoravam a vitória de Dilma Rousseff. Ainda segundo parentes, o prefeito tentou impedir que manifestantes retirassem da casa dele faixas do candidato José Serra. Antônio Carlos Vaca foi atingido com um chute pelas costas, caiu e bateu com a cabeça no chão, ficando gravemente ferido.
Segundo o MST, durante a confusão, o prefeito agrediu um dos integrantes, que se defendeu.
Segundo o MST, durante a confusão, o prefeito agrediu um dos integrantes, que se defendeu.
Assinar:
Postagens (Atom)