Nós sempre tentamos ver o futuro, imaginar o que o nosso mundo será em 10, 20 ou 100 anos.
Em agosto de 2010, a Gartner, Inc. - que faz análises do setor industrial - publicou suas previsões para como o modo de trabalharmos irá mudar, pelos próximos 10 anos, até 2020 - e, apesar de elas poderem parecer futuristas, lembre-se: há 10 anos, você tinha um telefone móvel analógico que só podia ser usado para... telefonar! Não tinha?
Então, que mudanças a Gartner prevê?
Ambientes cada vez mais caóticos
A mensagem geral parece ser que o ambiente de trabalho será mais caótico e que as empresas precisarão estar prontas para se adaptarem a este estilo mutante, para sobreviver.
Em outras palavras, os padrões do nosso trabalho se tornarão menos rotineiros e previsíveis. A maioria dos processos serão automatizados, e os humanos estarão envolvidos apenas em "processos não-rotineiros": contribuições humanas, analíticas ou interativas incluindo "descoberta, inovação, equipe, liderança, vendas e aprendizado". O exemplo dado pela Gartner diz que apenas um humano é capaz de convencer um comprador cético; mesmo que ferramentas automáticas possam melhorar esse processo, será a interação humana que acabará convencendo alguém a adquirir algum produto.
A Gartner visualiza um futuro em que as equipes, chamadas de "enxames", serão reunidas rapidamente, com indivíduos que podem nunca ter se encontrado ou trabalhado juntos antes, em resposta a requisições específicas. Em vez das situações estruturadas a que estávamos acostumados, com um gerente e uma equipe que trabalham juntos regularmente em projetos, um "enxame" de funcionários será reunido conforme a necessidade e irá se dispersar com a mesma rapidez, assim que o projeto estiver concluído. Será crucial que as empresas consigam juntar um enxame para "atacar" um projeto e também será crucial poder circular por suas redes pessoais, profissionais e sociais (que, no fundo, serão a mesma coisa) para sobreviver.
Fora das organizações, haverá muitos grupos informais de pessoas unidas por interesses comuns, pessoas que podem afetar diretamente o sucesso ou o fracasso de uma organização. Esses grupos serão conhecidos como "coletividades". Os executivos terão que saber como identificar as pessoas-chave nessas coletividades, usá-las para reunir inteligência de mercado e explorá-las para o benefício da empresa.
Os processos de trabalho não-rotineiros serão altamente informais e não terão qualquer padrão significativo; de novo, a maioria desses processos será criado e concluído "em voo", muito espontaneamente e sem qualquer modelo ou padrão óbvio. De fato, a palavra "espontâneo" é a chave, indiscutivelmente, do relatório da Gartner, descrevendo não apenas o modo como cada equipe de trabalho (enxame) é criada, mas também como as empresas terão que continuamente procurar novas oportunidades e criar novos padrões e modelos.
Outra nova tendência interessante, de acordo com a Gartner, será um engajamento mais ativo no local de trabalho com ambientes simulados ou virtuais. As tecnologias irão determinar que materiais combinam com esses ambientes, baseado em análises de como as pessoas trabalham com o conteúdo. Manipulando ativamente os vários parâmetros, as pessoas irão interagir com os dados e remodelar o mundo virtual para o qual estão olhando.
Nesse mundo do futuro, um ambiente de trabalho, caótico, não-estruturado e inseguro, as empresas terão que estar "hiperconectadas"; isso significa que o controle e a responsabilidade gerais serão difíceis de identificar, se é que vão existir. Isso tem grandes implicações em como as pessoas trabalham, como as empresas contratam seus funcionários e na TI que suporta e melhora nosso trabalho.
O local de trabalho do futuro será, por definição, mais ou menos virtual. Se você for apenas parte de um enxame, você não terá um escritório, um gerente ou colegas de trabalho. Mesmo assim, de acordo com a Gartner, você ainda terá um "local" de trabalho - provavelmente, a sua casa - e você ficará lá 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso irá criar uma vida de exigências que se sobrepõem, sem uma diferenciação clara entre "vida doméstica" e "vida no trabalho", algo que ainda existe no final de 2010. Os assuntos pessoais, profissionais, sociais e familiares irão se fundir em um só. Como as pessoas vão lidar com isso?
De acordo com a Gartner: "Os que não conseguirem lidar com as 'expectativas e sobrecargas de trabalho ininterruptas' pressupostas irão sofrer déficits de desempenho, conforme essas sobrecargas forçarem os indivíduos a trabalharem em um estado superestimulado (sobrecarregados de informações)."
Mas não entre em pânico ainda - em 1975, a Business Week previu que o "escritório sem papel" seria realidade "muito em breve"...
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
2011: Use as redes sociais para contratar e se projetar na carreira
Fonte: Portal HSM
As empresas estão de olho nas redes sociais. Entre os benefícios para caçar talentos estão a facilidade de contato com os profissionais, maior número de candidatos e agilidade na divulgação da vaga. Em 2011, invista neste canal!
O Brasil tem despontado no uso de redes sociais no mundo. O infográfico 'Acesso das mídias sociais no mundo' publicado na última semana no Portal HSM mostra que o país é TOP em consumo de internet, com 86% de visitas nas redes sociais. Outros levantamentos e estudos mostram ainda que uso de redes sociais para seleção é visto como tendência para 2011.
Um estudo realizado pela Robert Half com 2.819 executivos de média e alta gerência aponta que 21% das empresas nacionais afirmaram que utilizam ferramentas de redes sociais para contratações. O Brasil lidera e está na frente de países como Espanha (18%), Itália e a Holanda, ambas com 13%.
Atualmente, as redes sociais voltadas para uso profissional e networking mais disseminadas no País são LinkedIn e Plaxo. Contudo, há ainda um aumento do uso do Twitter e Facebook para esta finalidade.
De acordo com pesquisa da Jobvite, empresa de aplicativos e recrutamento, realizada com 825 profissionais do ramo, 78% usam o LinkedIn, 55% usam o Facebook (representa 15% a mais que no ano passado) e 45% usam o Twitter (32% mais que em 2009) nos processos seletivos.A forte tendência do uso de redes sociais para seleção é percebida pelo resultado desta pesquisa. Cerca de 92% dos profissionais entrevistados já usam ou planejam adotar ferramentas sociais no recrutamento de candidatos.
De acordo com Karin Parodi, diretora geral da Career Center, hoje um candidato consegue ampliar sua exposição para o mercado com muito mais agilidade e amplitude do que no passado. Porém, é preciso escolher ferramentas seguras. “É importante limitar a quantidade e natureza da informação a ser divulgada àquela realmente necessária para despertar o interesse para um contato pessoal”, sugere.
Para a executiva, a divulgação de currículo online pelas redes sociais é um benefício para os headhunters. Contudo, os candidatos precisam fazer o uso criterioso. “Os exageros de informação de natureza pessoal, fotos pouco profissionais, confusão entre sites de relacionamento mais pessoal (como Orkut e Facebook) e sites de relacionamento profissional (como Linkedin ou Plaxo) são erros cometidos com alguma freqüência”, aponta Karin.
O uso de redes sociais profissionalmente foi impulsionado com o lançamento do LinkedIn, em 2003. No início, havia certo predomínio dos profissionais e carreiras ligadas a área de tecnologia, que com mais facilidade aderiram a este tipo de ferramenta. Segundo Karin, como os sites eram quase sempre em inglês, havia também uma predominância de posições mais altas e perfis de profissionais mais seniores ou com formação mais sofisticada.
“Hoje, praticamente essa predominância deixou de existir e encontramos representantes e vagas de todas as carreiras e níveis. As ferramentas se tornaram muito fáceis de utilizar e estão disponíveis em diversos idiomas”, conta.
Se você ainda não começou a utilizar as redes sociais para buscar talentos, aproveite e reveja seu planejamento para o próximo ano. Você pode ter mais facilidade no contato com os profissionais, aumentar o número de candidatos para uma vaga e ainda ganhar agilidade na divulgação de vagas.
As empresas estão de olho nas redes sociais. Entre os benefícios para caçar talentos estão a facilidade de contato com os profissionais, maior número de candidatos e agilidade na divulgação da vaga. Em 2011, invista neste canal!
O Brasil tem despontado no uso de redes sociais no mundo. O infográfico 'Acesso das mídias sociais no mundo' publicado na última semana no Portal HSM mostra que o país é TOP em consumo de internet, com 86% de visitas nas redes sociais. Outros levantamentos e estudos mostram ainda que uso de redes sociais para seleção é visto como tendência para 2011.
Um estudo realizado pela Robert Half com 2.819 executivos de média e alta gerência aponta que 21% das empresas nacionais afirmaram que utilizam ferramentas de redes sociais para contratações. O Brasil lidera e está na frente de países como Espanha (18%), Itália e a Holanda, ambas com 13%.
Atualmente, as redes sociais voltadas para uso profissional e networking mais disseminadas no País são LinkedIn e Plaxo. Contudo, há ainda um aumento do uso do Twitter e Facebook para esta finalidade.
De acordo com pesquisa da Jobvite, empresa de aplicativos e recrutamento, realizada com 825 profissionais do ramo, 78% usam o LinkedIn, 55% usam o Facebook (representa 15% a mais que no ano passado) e 45% usam o Twitter (32% mais que em 2009) nos processos seletivos.A forte tendência do uso de redes sociais para seleção é percebida pelo resultado desta pesquisa. Cerca de 92% dos profissionais entrevistados já usam ou planejam adotar ferramentas sociais no recrutamento de candidatos.
De acordo com Karin Parodi, diretora geral da Career Center, hoje um candidato consegue ampliar sua exposição para o mercado com muito mais agilidade e amplitude do que no passado. Porém, é preciso escolher ferramentas seguras. “É importante limitar a quantidade e natureza da informação a ser divulgada àquela realmente necessária para despertar o interesse para um contato pessoal”, sugere.
Para a executiva, a divulgação de currículo online pelas redes sociais é um benefício para os headhunters. Contudo, os candidatos precisam fazer o uso criterioso. “Os exageros de informação de natureza pessoal, fotos pouco profissionais, confusão entre sites de relacionamento mais pessoal (como Orkut e Facebook) e sites de relacionamento profissional (como Linkedin ou Plaxo) são erros cometidos com alguma freqüência”, aponta Karin.
O uso de redes sociais profissionalmente foi impulsionado com o lançamento do LinkedIn, em 2003. No início, havia certo predomínio dos profissionais e carreiras ligadas a área de tecnologia, que com mais facilidade aderiram a este tipo de ferramenta. Segundo Karin, como os sites eram quase sempre em inglês, havia também uma predominância de posições mais altas e perfis de profissionais mais seniores ou com formação mais sofisticada.
“Hoje, praticamente essa predominância deixou de existir e encontramos representantes e vagas de todas as carreiras e níveis. As ferramentas se tornaram muito fáceis de utilizar e estão disponíveis em diversos idiomas”, conta.
Se você ainda não começou a utilizar as redes sociais para buscar talentos, aproveite e reveja seu planejamento para o próximo ano. Você pode ter mais facilidade no contato com os profissionais, aumentar o número de candidatos para uma vaga e ainda ganhar agilidade na divulgação de vagas.
Corinthians arrecada mais que Palmeiras, São Paulo e Santos juntos no Brasileirão
O ano do centenário pode não ter rendido títulos ao Timão, mas a diretoria do clube pode comemorar o sucesso financeiro de 2010. Ao fim das 38 rodadas do Brasileirão, o Corinthians aparece com folga como o time que mais arrecadou com bilheteria em 2010.
Foram exatos R$ 17.092.403,00 de renda bruta nas 19 rodadas em que o Alvinegro atuou como mandante na competição - maior número da história do campeonato. Isso significa que, se forem somadas as bilheterias dos outros três grandes de São Paulo, o número não bate a quantia atingida pelo Timão.
Juntos, Palmeiras, São Paulo e Santos arrecadaram R$ 16.731.374,23, de acordo com as estatísticas da CBF. Além de o torcedor do Corinthians comparecer mais ao estádio do que os demais, o preço do ingresso corintiano também fez com que houvesse essa diferença.
O valor médio pago para ver a um jogo do Corinthians ficou em R$ 32,85, o maior do Brasileirão. Enquanto o ticket médio do São Paulo, por exemplo, ficou em R$ 21,27.
O Timão também leva vantagem quando o assunto se refere ao público total. O número corintiano ficou em 521.477 espectadores somando as 19 rodadas - também o maior do campeonato. Mas, neste quesito os outros três grandes de São Paulo ficam à frente por 141.153 pagantes.
TOTAL ARRECADADO (JOGOS MANDANTES)
Corinthians = R$ 17.092.403,00
Palmeiras = R$ 6.294.527,00
São Paulo = R$ 6.016.032,23
Santos = R$ 4.420.815,00
Os 3 somados = R$ 16.731.374,23
TOTAL DE PÚBLICO (JOGOS MANDANTES)
Corinthians - 521.477
São Paulo - 279.385
Palmeiras - 208.443
Santos - 174.802
Os 3 somados - 662.630
PREÇOS DO INGRESSO
Corinthians - R$ 32,85
Palmeiras - R$ 30,50
Santos - R$ 26,11
São Paulo - R$ 21,27
Foram exatos R$ 17.092.403,00 de renda bruta nas 19 rodadas em que o Alvinegro atuou como mandante na competição - maior número da história do campeonato. Isso significa que, se forem somadas as bilheterias dos outros três grandes de São Paulo, o número não bate a quantia atingida pelo Timão.
Juntos, Palmeiras, São Paulo e Santos arrecadaram R$ 16.731.374,23, de acordo com as estatísticas da CBF. Além de o torcedor do Corinthians comparecer mais ao estádio do que os demais, o preço do ingresso corintiano também fez com que houvesse essa diferença.
O valor médio pago para ver a um jogo do Corinthians ficou em R$ 32,85, o maior do Brasileirão. Enquanto o ticket médio do São Paulo, por exemplo, ficou em R$ 21,27.
O Timão também leva vantagem quando o assunto se refere ao público total. O número corintiano ficou em 521.477 espectadores somando as 19 rodadas - também o maior do campeonato. Mas, neste quesito os outros três grandes de São Paulo ficam à frente por 141.153 pagantes.
TOTAL ARRECADADO (JOGOS MANDANTES)
Corinthians = R$ 17.092.403,00
Palmeiras = R$ 6.294.527,00
São Paulo = R$ 6.016.032,23
Santos = R$ 4.420.815,00
Os 3 somados = R$ 16.731.374,23
TOTAL DE PÚBLICO (JOGOS MANDANTES)
Corinthians - 521.477
São Paulo - 279.385
Palmeiras - 208.443
Santos - 174.802
Os 3 somados - 662.630
PREÇOS DO INGRESSO
Corinthians - R$ 32,85
Palmeiras - R$ 30,50
Santos - R$ 26,11
São Paulo - R$ 21,27
Corinthians passa Fla e é marca mais valiosa do ano
Com ações de marketing do centenário de sua fundação, Corinthians é avaliado em R$ 749,8 milhões
Foto: Agência Lance
Foto: Agência Lance
Um estudo realizado pela Crowe Horwath RCS e divulgado nesta segunda-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o Corinthians ultrapassou o Flamengo e se tornou a marca de maior valor no esporte brasileiro em 2010. Embalado pelas diversas ações de marketing no ano de seu centenário e com a presença de Ronaldo em campo, o clube do Parque São Jorge foi avaliado em R$ 749,8 milhões, à frente do rival São Paulo (R$ 659,8 milhões) e do time da Gávea, que agora é terceiro (R$ 625,3 milhões).
A lista das maiores marcas do esporte nacional, segundo a publicação, segue com Palmeiras (4º), Internacional, Grêmio, Vasco, Santos, Cruzeiro e Atlético-MG. O atual campeão brasileiro, o Fluminense, integra apenas a 11ª posição, com sua marca avaliada em R$ 104,2 milhões. A metodologia usada leva em consideração 18 diferentes variáveis entre dados financeiros históricos dos clubes, informações publicadas em pesquisas com torcedores, dados de marketing esportivo, hábitos de consumo dos fãs e dados sociais e econômicos do mercado em que atuam.
A lista das maiores marcas do esporte nacional, segundo a publicação, segue com Palmeiras (4º), Internacional, Grêmio, Vasco, Santos, Cruzeiro e Atlético-MG. O atual campeão brasileiro, o Fluminense, integra apenas a 11ª posição, com sua marca avaliada em R$ 104,2 milhões. A metodologia usada leva em consideração 18 diferentes variáveis entre dados financeiros históricos dos clubes, informações publicadas em pesquisas com torcedores, dados de marketing esportivo, hábitos de consumo dos fãs e dados sociais e econômicos do mercado em que atuam.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
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